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domingo, 10 de maio de 2026

A mãe maravilhosa, uma farsa feminazista 2: a verdade é a mãe dos tempos

Abigail Pereira Aranha

1) A farsa da figura materna, o que sobrou 16 anos depois

Francis Bacon disse, frase atribuída também a Galileu Galilei, que "a verdade é filha do tempo, não da autoridade". Há um erro nesta frase, uma inversão: é a verdade, como parte da estrutura do universo, quem molda os tempos; quem é filho do tempo é, no máximo, o registro do triunfo da verdade sobre a loucura, a vaidade, a farsa e a burrice. Mas o autor acerta sobre a verdade não ser filha da autoridade no sentido de poder formal, porque a autoridade no sentido de respeitabilidade é filha da verdade, e quem tenta ser autoridade neste sentido usando a autoridade naquele outro acaba sendo destruído pela história. Quantos reis e imperadores morreram assim, como pessoas e mais ainda como vaidades! Enquanto reis e imperadores que foram coroados como eleitos por divindades viraram ruínas, às vezes na destruição por outros reis igualmente pretensiosos, algumas filosofias, ciências e tecnologias de então sobreviveram séculos ou milênios até hoje ou foram recuperadas, porque eram parcelas da verdade.

Nisso, eu me lembro de um texto que eu publiquei no Dia das Mães de 2010, "A mãe maravilhosa, uma farsa feminazista"[01]. A coincidência do dia 09 de maio como o Dia das Mães será no próximo ano, 2027, mas já vou registrar a reflexão. Começo dizendo que eu me lembro do que me disseram naquele maio de 2010. Quem dizia que mãe não tem a pureza da Virgem Maria não tinha mãe. Isso não vinha só das mulheres e dos homens lesbofeministas, também vinha dos conservadores que se diziam antifeministas. Ah, e como eu também discordava do Lesbofeminismo, nem mulher eu era (a época também era essa). E houve quem usou como argumento contra mim a minha juventude dos 19 anos e a minha desfrutabilidade na época. Hoje tenho quase o dobro da idade e mais que o dobro da experiência de vida, inclusive de vida de putaria, e o que eu disse continua de pé. As mulheres maduras com seus falsos argumentos contra o que eu dizia sumiram.

Se antes os anciões conseguiam ser vistos como encarnação da sabedoria e do conhecimento, hoje eles caíram no ridículo. Alguns são vistos como símbolos da estagnação no tempo, da ignorância compulsiva, da tagarelice venenosa inútil e da farsa; outros imitam os jovens de uma forma um tanto caricatural, porque percebem que a velhice os venceu (a velhice do passado, não a do corpo). A imagem mística do velho sábio, cujo conhecimento de uma vida supera a alfabetização e o cérebro que não tem Mal de Alzheimer, não cola mais. Eles reclamam de que não são mais levados a sério, alguns deles (vejam só) usando as modernas redes sociais. Entre esses anciões e os seus filhos mentais das gerações X[02] e Y[03], estes que deveriam ter o que ensinar àqueles com quem devem aprender, estão muitas mães.

Vejamos que hoje, quase 16 anos depois, algumas pessoas têm neste dia a idade que a mãe tinha quando eu publiquei aquele texto. Voltando outros 16 anos, chegamos a 1994. Pra nós aqui, com nossos smartphones, notebooks e desktops conectados à internet, aquele 1994, em que, no Brasil, ler a Folha de São Paulo impressa e ver o Globo Repórter na sexta-feira à noite eram coisas de gente culta, foi quase na Idade Média. Hoje, ainda temos restos daquelas gerações cuja expectativa da vida era copiar os pais e os avós, especialmente na farsa. Mas já em 1994, 16 ou 32 anos pra trás ou pra frente eram tempo em que a gente via história acontecer. E como diz a Geração Z[04], quem é de verdade sabe quem é de mentira.

16 anos depois daquele 2010, depois de eu publicar aquele texto desmistificando a figura materna, já podemos ver vídeos no YouTube sobre mães narcisistas, alguns deles falados por mulheres. Prefiro evitar a palavra "narcisista" pra não ser associada à moda, e também porque eu acho a palavra meio fofinha; prefiro chamar de "lésbica", porque tem o mesmo significado e ofende mais.

Algumas mães podem ter pensado que separando os filhos dos pais deles e difamando os pais para os filhos, estes filhos beijariam o chão que elas pisam (ou que uma mulher pisa). Aconteceu o contrário, porque a criança é ingênua, mas não odeia a verdade, e sabe que quem é do alto não precisa rebaixar ninguém.

Não vamos nos equivocar com os filhos biológicos, hereditários e mentais da Geração Silenciosa[05] na internet como se fosse ela mesma falando. Vamos nos lembrar de onde estava esta Geração Silenciosa em 2010, ou em 2005, quando os espécimes mais novos tinham 60 anos. Onde estavam as vovós sábias quando o Brasil e o mundo avançavam tecnologicamente e se atolavam sociopoliticamente no Progressismo LGBT-feminista? Muitas anciãs depreciavam a internet, o aumento da escolarização geral e o avanço da urbanização, enquanto viam como progresso as igrejas se abrindo à esquerda elegante, as tentativas de repressão contra a prostituição e a pornografia, o assistencialismo social para espertalhões, as pensões alimentícias para mulheres vigaristas, etc. Elas só não aplaudiam a censura na internet contra quem criticava o universo feminino e a esquerda recente porque elas não conheciam a internet e não sabiam quem eram os censurados. Eu destaco as mulheres porque os homens idosos ainda tendiam a deixar sustento e bens materiais para a esposa, os filhos e as mães dos filhos fora do casamento. As mulheres idosas se preocupam mais em consumir a herança do marido e dos pais enquanto pegam carona no sucesso dos filhos.

E nós vimos, nós já sabíamos, que nem toda mãe é uma mulher conservadora inserida em uma família tradicional. Os conservadores em geral pregaram contra o LGBT-Feminismo como se a própria sobrevivência da espécie humana dependesse da preservação do casamento tradicional com moralismo cristão (ou o mais perto disso que existe hoje). Mas não só a mãe solteira é uma figura juridicamente acolhida, com direito a pensão alimentícia do pai do filho; a união estável tem o valor jurídico do casamento tradicional, e requer provas processuais muito menos trabalhosas do que um homem se apresentar aos pais da moça programando o casamento; e pra completar, há conservadores que se veem na missão de pelejar para que casais LGBT não adotem crianças, porque até eles querem (os LGBT). Mas, ironicamente, enquanto o Movimento LGBTQIAPN+ (ou só TQIAPN+, porque os LGB já ficaram de saco cheio[06]) e o movimento feminista ainda pregam que a família é opressora e produz repressão sexual das mulheres, o mesmo ativismo produz repressão sexual. Um ambiente doméstico que tem regras de comportamento conservadoras envergonha um homem por parecer heterossexual. Um ambiente doméstico progressista também, mesmo que seja um casal heterossexual com seus filhos biológicos. A antiga mãe conservadora induzia nas filhas a ideia de que os homens pensavam em sexo com elas e, por isso, era desejável ter o contato menos próximo com homens e rapazes, se o ambiente não fosse reservado apenas para mulheres e garotas. A mãe progressista induz a filha a usar, se tiver a opção, o Uber para mulheres, os ônibus rosas, as academias só para mulheres, etc. Ah, e assim a revolução sexual do feminismo de esquerda ficou na lenda (pelo menos a revolução heterossexual feminina). Os progressistas também acreditam que salvar a família é curar a sociedade e o mundo, mas a cura do progressista é a doença do conservador e vice-versa.

E até hoje não sou mãe nem estou casada. Acho que eu ser uma piranha teve seu peso, mas a outra parte é que é perigoso para um homem hoje se casar ou ter um filho.

E mais uma vez, eu estive firme 16 anos sem ter o que desdizer, a não ser algum equívoco na percepção ou na expressão da verdade. E mais uma vez, eu estava lá quando algumas vozes não tinham chegado, eu continuei quando algumas vacilaram, e, por sorte pessoal, eu consegui continuar quando alguns valentes caíram ou precisaram se retirar.

2) "A mãe maravilhosa, uma farsa feminazista" (09 de maio de 2010)[07]

Hoje (9 de maio de 2010) as mulheres vão ganhar o segundo dia do ano em que vão ser exaltadas só por serem mulheres: o Dia das Mães.

Ser mãe não é atestado de maturidade. Quase sempre é o contrário. Muitas vezes a distinta engravidou com 15 ou 17 anos do primeiro namorado que arrumou porque ele um dia não quis usar camisinha ou ela engravidou mais tarde que isso pensando que a realização de uma mulher é ser mãe.

O amor de mãe é uma farsa. O pai dela era o palhaço provedor. Se o companheiro dela é um homem que presta, é um trouxa pra ser macho provedor e fazer filho. O mais provável é que o pai do filho dela seja um cafajeste, porque mulheres em geral desprezam homens que prestam (se elas se casam com um homem que presta aos 25 ou 30 anos isso não prova o contrário). Por que ela vai começar a amar alguém agora?

Filho pra mulher é investimento. É difícil uma mulher ser inteligente, mas ela quase sempre é esperta. O filho é quem vai levá-la nas costas depois de velha. A mulher pode ser analfabeta, mas quer os filhos com estudo. Porque sabe o valor da História e da Matemática? Uma pinóia, ela quer o filho com diploma pra ele conseguir um bom salário e ela pegar carona no sucesso dele. Se bem que no fim das contas, muitas vezes a distinta tira a criança da escola (ou nem põe) pra ela vender bala em sinal ou pedir esmola. Por isso que até lésbica tem filho. Por isso que quase toda mulher tem filho, quer ter filho ou sofre porque não tem filho. Porque filho pra mulher é investimento.

A mulher perde o interesse sexual pelo companheiro depois que tem um filho. Já vi uma explicação científica pra isso que eu não me lembro qual é. Mas a explicação mesmo é simples: o otário que fez a criança já está enrascado e ela já pode transar com ele quando dá vontade (umas 2 ou 3 vezes por mês).

E a gente sabe que algumas mães vivem de pensão. Conforme a pensão, dá pra não trabalhar e ficar o dia inteiro batendo pernas, conversando com piranhas e fuçando a vida dos outros. E as noites de fim de semana em gandaia dando mole pra cafajestes. A Milene Domingues, por exemplo, ganha ou ganhava 10 mil euros (mais de R$ 23.000,00) de pensão de um filho do Ronaldinho[08]. Está ganhando mais com um filho do que gente que fez faculdade. E eu nunca vi mãe que ganha pensão criar o filho direito (eu não vou dizer que não existe, mas das que eu conheço não vi nenhuma). O coitado do filho é criado largado, é mal tratado, ouve horrores sobre o pai e às vezes até fome passa. É como disse o Clodovil, as mulheres trabalham deitadas e descansam em pé[09] (sabia que até ameaçaram ele de morte por falar isso?).

E cadê as lésbicas reprimidas que se dizem feministas pra protestarem contra essa data machista? Sim, porque o que é mais machista e antigo do que dizer que a melhor coisa da vida de uma mulher é se reproduzir? Cadê o pessoal que no Dia Internacional da Mulher adora mostrar a mulher como discriminada, como vista como objeto, como a que apanha do marido pra dizer o que eu disse agora há pouco? Ah, já sei. Estão recebendo homenagem, presente e, quem tem, até visita do filho que está na cadeia.

Ah, já ia me esquecendo. Se mulher tem instinto maternal, por que os movimentos feministas defendem o aborto?

Concluindo, instinto maternal é carochinha pra inflar ego de mulherzinha. A mãe maravilhosa, divina, perfeita é mito. E o Dia dos Pais? Sabia que na Escócia o governo já proibiu cartões de Dia dos Pais pra não constranger filhos de mães solteiras e de homossexuais[10]?

3) Eu já estava com as ideias na cabeça e...

Um leitor e amigo compartilhou um vídeo no seu perfil no VK, me marcando para comentar[11]. Vou copiar o original aqui[12]:

Vou começar com uma hipótese que costuma causar um estranhamento, mas que filosoficamente é muito importante: reconhecer a maldade feminina não é necessariamente um ataque às mulheres.

Eu sei que a modernidade costuma tratar como um tabu a ideia de que as mulheres podem ser más, tão ou mais más quanto os homens, porque existe um pressuposto, assim, que elas seriam mais benevolentes, mais empáticas, menos violentas do que eles. E essa é uma ideia disseminada, você vai encontrar em tudo quanto é tipo de discurso, o discurso cristão, feminista, progressista, de direita, não importa. E pode parecer, assim, à primeira vista que é um elogio, nossa, olha só como as mulheres são boas, mas é aí que o problema começa de verdade.

Historicamente, nem sempre foi assim. Durante grande parte da civilização ocidental, as mulheres, assim, elas não eram necessariamente protegidas por serem mais frágeis, nem respeitadas por serem mais virtuosas, não estou dizendo isso, mas elas eram temidas. Óbvio, não por causa da força física, mas por causa de uma violência especificamente feminina que se ancora muito mais em estratégia, em dissimulação, em astúcia, é uma violência inteligente. Esse era um lugar-comum da Antiguidade, que acreditava que as mulheres eram capazes de agir, e de agir também para o mal.

Só que quando a modernidade eleva as mulheres a esses seres virtuosos por excelência, bons por natureza, esse negócio aí da ação se perde. Daí todas as suas ações passam a ser julgadas não moralmente, mas como ações influenciadas por agentes externos. Daí sim a mulher faz algo que parece mau, ou que é mau de fato, a explicação não é porque ela quis fazer assim, mas é sempre um contexto.

Num primeiro momento, isso pode parecer uma forma de proteção, mas acaba infantilizando. O efeito simbólico disso é desastroso. Porque aquela antiga figura temida, ambígua, que a literatura acabou chamando de "femme fatale", se transforma em uma vítima permanente, em uma Ofélia, que se dissolve na água das circunstâncias.

É claro que havia esperança de que essa elevação moral da mulher fosse o catalisador de grandes e profundas transformações sociais num nível quase redentor. Mas essa aposta falhou, estamos vendo que a violência continua, que esse mito perdeu a força, e agora até mesmo a violência contra a mulher virou violência de gênero, assim, bem genérico mesmo.

A conclusão é incômoda, eu sei, mas não dá mais pra virar a cara pra ela: negar a existência da maldade feminina, e transformá-las em símbolos da moral absoluta é só mais uma forma sofisticada de desarmar, de domesticar.

Como eu disse antes, eu escrevi aquele texto para desmistificar a figura materna em 2010. Ainda em 2010, eu comecei a série "O machismo foi criado pelas mulheres"[13]. Em 2012, eu comecei a série "A Sociedade dos Garotos"[14], em que eu esboço a explicação de como as mães moldam sua sociedade às suas próprias conveniências através dos próprios filhos. Pra quem não leu nenhuma das duas séries, eu antecipo que elas não são pesquisas bibliográficas. Porque eu não perderia tempo tentando achar historiadores, antropólgos, filósofos ou psicólogos dizendo sobre o universo feminino, em algum livro que não foi queimado, aquilo que só foi, entre aspas, descoberto agora quando o esgoto do LGBT-Feminismo vazou na rua e deixou um fedor horrível.

Desde o começo, um dos meus grandes objetivos foi mostrar o que é o raciocínio normal de e para um cidadão comum imerso na sua vida normal (alguns pensam que é pregar o Ateísmo e a luxúria, ou o machismo e a prostituição). A ciência organizada é a organização do conhecimento observável, e não o contrário, uma doutrina pronta apresentada por "spin doctors" que ofende quem preserva o senso comum (que, não por acaso, eles mencionam como se fosse o engano dos não-iniciados). Não existe ciência ou desenvolvimento social onde a inteligência é blasfêmia se for do cidadão comum. E no caso específico do universo feminino, sempre foi uma mistificação, inclusive da imagem materna, contra a realidade observável, porque até a aparência feminina é algo que não é a regra do universo feminino, digo isso no nível da história da humanidade. A mistificação foi exposta até por algumas mulheres quando não dava mais pra sustentar.

4) Eu ainda organizava as ideias e...

Eu estava na página inicial do YouTube quando o Josué Aragão tinha feito esta postagem algumas horas antes[15]:

Tenho duas filhas. Uma de 9 anos, outra de 3. Elas são o meu maior tesouro. Todo dia eu acompanho as notícias do Brasil e do mundo. É meu trabalho. Mas tem uma hora que o economista some e fica só o pai.

E em algum momento no meio disso tudo, o pai olha pra elas e fica com uma pergunta que não sai da cabeça: onde é que isso vai parar?

Entra ano, sai ano, e a coisa só piora. Nada melhora. A carga tributária não cai. O salário não acompanha os preços. E as crianças que hoje brincam no chão vão ser os contribuintes que vão pagar essa fatura amanhã… que são os nossos filhos.

Não sei se você já parou pra pensar nisso. Não apenas como cidadão, ou como eleitor… mas como pai, como mãe, como tio, como avô. Aquela criança que você ama, que hoje não sabe o que é IPCA[16], o que é dívida pública, o que é reforma tributária… um dia ela vai sentir tudo isso no bolso. E vai perguntar o que a gente fez enquanto ainda dava tempo.

Tem uma música da banda Catedral que eu ouço desde novo[17]. No final, o vocalista canta uma frase simples que nunca saiu da minha cabeça:

*"Quando o verão chegar, eu quero um mundo bem melhor pra minha filha poder brincar."*

A de 9 anos já entende algumas coisas. Às vezes ela me pergunta por que as coisas são assim no Brasil. Por que tudo é caro. Por que tem tantas pessoas morando nas ruas. Por que não temos que ficar com medo de andar a noite nas ruas. E eu preciso responder sem tirar a esperança dela, mas sem mentir também. Não sei se você já passou por uma conversa assim com uma criança. É uma das coisas mais difíceis que existe… porque você quer proteger, mas também tem que preparar pra esse mundo louco.

A de 3 ainda não sabe de nada. Só quer brincar. E eu quero que continue assim pelo maior tempo possível.

Esse peso de acompanhar o Brasil todo dia… os números, as decisões, os escândalos… sabendo que essas duas meninas vão herdar o que a gente construir ou destruir, é o que me faz continuar fazendo o que faço. Não é fácil. Tem dias que eu não quero fazer isso. Mas eu não posso desistir delas.

E aí eu te pergunto: Você olha pra uma criança que você ama e consegue não pensar no Brasil que ela vai viver? Como você lida com isso? Você ainda tem esperança?

Me conta aqui nos comentários. Quero ler cada resposta.

Sim, eu às vezes olho para uma criança e penso no futuro. Mas o que mais me preocupa é que se o futuro do Brasil for de mais pobreza econômica, moral, artística e intelectual, os nascidos em 2015 ou 2020 mal terão com o que comparar a cultura em que cresceram. Os avós, os pais e as mães geralmente também não sabem o que é dívida pública, mas não se interessam em saber, e eles votam, não raro em quem oferece benefício com o dinheiro público. E como fica a dívida pública quando cada vez mais pessoas recebem benefícios do governo? Aí entra a questão do mundo que vamos deixar pras crianças de hoje. Ainda pode ser possível salvar coisas boas do passado, como uma vida sem CBDC, mas nós mais velhos precisaremos ter decência moral e mental para encarar um contexto de mais censura político-ideológica e pobreza de espírito; e os mais jovens terão ainda mais dificuldades.

Houve um tempo em que se falava em deixar um mundo melhor para os nossos filhos. Antes, se falava em deixar os nossos filhos para um mundo velho. Agora, as pessoas mais inteligentes e de melhor caráter querem evitar que os filhos tenham de passar a vida lutando para trazer a parte boa do passado que eles conheceram de volta.

NOTAS E REFERÊNCIAS

[01] [07] "A mãe maravilhosa, uma farsa feminazista", 09 de maio de 2010, A Vez das Mulheres de Verdade, https://avezdasmulheres.blogspot.com/2010/05/a-mae-maravilhosa-uma-farsa-feminazista.html; e A Vez dos Homens que Prestam, https://avezdoshomens.blogspot.com/2010/05/mae-maravilhosa-uma-farsa-feminazista.html

[02] Geração X: nascida de 1965 a 1980

[03] Geração Y, ou Millennial: nascida de 1981 a 1996

[04] Geração Z, ou iGen: nascida de 1997 a 2010

[05] Geração Silenciosa: nascida de 1928 a 1945

[06] Por exemplo: "LGB sem T: homossexuais anunciam ruptura com ativismo trans". Gabriel Sestrem, Gazeta do Povo, 28 de setembro de 2025. https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/lgb-sem-t-homossexuais-anunciam-ruptura-com-ativismo-trans

[07] Nota 01.

[08] "Ronaldo recorre na Espanha para baixar pensão do filho". Terra, 26 de novembro de 2009. https://www.terra.com.br/noticias/brasil/ronaldo-recorre-na-espanha-para-baixar-pensao-do-filho,330b1054a250b310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

[09] "Clodovil bate-boca na Câmara após frase sobre mulheres". Agência Estado, via Tribuna do Paraná, 25 de abril de 2007. https://www.tribunapr.com.br/noticias/clodovil-bate-boca-na-camara-apos-frase-sobre-mulheres

[10] "Father's Day cards banned in Scottish schools". The Telegraph, 22 de junho de 2008. https://www.telegraph.co.uk/news/newstopics/howaboutthat/2176315/Fathers-Day-cards-banned-in-Scottish-schools.html

[11] Kleber Lima, VK, 18 de abril de 2026. https://vk.com/clip566336921_456239027

[12] olabocos, Instagram, 30 de dezembro de 2025. https://www.instagram.com/olabocos/reel/DS5Xfv7CU3U

[13] No A Vez das Mulheres de Verdade em https://avezdasmulheres.blogspot.com/search/label/machismo-criado-pelas-mulheres, no A Vez dos Homens que Prestam em https://avezdoshomens.blogspot.com/search/label/machismo-criado-pelas-mulheres

[14] No A Vez das Mulheres de Verdade em https://avezdasmulheres.blogspot.com/search/label/sociedade-dos-garotos, no A Vez dos Homens que Prestam em https://avezdoshomens.blogspot.com/search/label/sociedade-dos-garotos

[15] Josué Aragão, YouTube, 29 de abril de 2026. https://www.youtube.com/post/Ugkxgbl225cGDqokcNZDO2jGZvl_5umhE77b

[16] IPCA: Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. É calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e mede a variação dos preços de produtos e serviços consumidos pela população, a partir de uma média ponderada de preços nas maiores cidades do Brasil.

[17] "Quando o Verão Chegar", em "Catedral - O Sentido (CD COMPLETO)". MK Music, YouTube, https://www.youtube.com/watch?v=q9LOdsnfVCw&t=4m59s

Questo testo in italiano senza video di dissolutezza in Réflexion et Temps Libre avec Abigail: "La madre meravigliosa, una farsa femminazista 2: la verità è la madre dei tempi", https://avezdasmulheres2.blogspot.com/2026/05/madre-meravigliosa-farsa-femminazista-2.html
Questo testo in italiano con video di dissolutezza in Amélioration et Amusement des Hommes avec Abigail: "La madre meravigliosa, una farsa femminazista 2: la verità è la madre dei tempi", https://avezdoshomens2.blogspot.com/2026/05/madre-meravigliosa-farsa-femminazista-2.html
Ce texte en français sans vidéos de libertinage au Réflexion et Temps Libre avec Abigail: "La mère merveilleuse, une farce féminazie 2: la vérité est la mère des temps", https://avezdasmulheres2.blogspot.com/2026/05/mere-merveilleuse-farce-feminazie-2.html
Ce texte en français avec vidéos de libertinage au Amélioration et Amusement des Hommes avec Abigail: "La mère merveilleuse, une farce féminazie 2: la vérité est la mère des temps", https://avezdoshomens2.blogspot.com/2026/05/mere-merveilleuse-farce-feminazie-2.html
Eso texto en español sin videos de putaría en Réflexion et Temps Libre avec Abigail: "La madre maravillosa, una farsa feminazista 2: la verdad es la madre de los tiempos", https://avezdasmulheres2.blogspot.com/2026/05/madre-maravillosa-farsa-feminazista-2.html
Eso texto en español con videos de putaría en Amélioration et Amusement des Hommes avec Abigail: "La madre maravillosa, una farsa feminazista 2: la verdad es la madre de los tiempos", https://avezdoshomens2.blogspot.com/2026/05/madre-maravillosa-farsa-feminazista-2.html
This text in English without licentiousness videos at Réflexion et Temps Libre avec Abigail: "The wonderful mother, a feminazi farce 2: truth is the mother of the times", https://avezdasmulheres2.blogspot.com/2026/05/the-wonderful-mother-feminazi-farce-2.html
This text in English with licentiousness videos at Amélioration et Amusement des Hommes avec Abigail: "The wonderful mother, a feminazi farce 2: truth is the mother of the times", https://avezdoshomens2.blogspot.com/2026/05/the-wonderful-mother-feminazi-farce-2.html
Texto original em português sem vídeos de putaria no A Vez das Mulheres de Verdade: "A mãe maravilhosa, uma farsa feminazista 2: a verdade é a mãe dos tempos", https://avezdasmulheres.blogspot.com/2026/05/mae-maravilhosa-uma-farsa-feminazista-2.html
Texto original em português com vídeos de putaria no A Vez dos Homens que Prestam: "A mãe maravilhosa, uma farsa feminazista 2: a verdade é a mãe dos tempos", https://avezdoshomens.blogspot.com/2026/05/mae-maravilhosa-uma-farsa-feminazista-2.html
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