Pois é, pessoal, eu vi esta pérola no Facebook: ![]() (https://www.facebook.com/eozomi/photos/a.782167215172964.1073741829.777479588975060/789913247731694) Aí, resolvi zoar: troquei "homens" por "negros" e "misandria" por "neonazismo": No dia seguinte, veio uma freguesa nossa: "Vc Biga não existe. Existe um homem branco extremamente racista". Eu já era misógina, machista e homofóbica. Troquei homens por negros em um discurso feminista, já sou homem e racista. Quiá, quiá, quiá, quiá, quiá! Você pode ver o texto original feminista e a versão racista em http://avezdasmulheres.blog.com/2015/02/24/odio-aos-negros-e-defesa-das-pessoas-de-bem |
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segunda-feira, 2 de março de 2015
Misandria é boa, racismo não (mas zoar feminazistas é)
domingo, 1 de março de 2015
Por que nenhuma feminista defende a prostituição, a pornografia ou a sexualidade feminina
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Ódio aos negros é a defesa das pessoas de bem
Já faz algum tempo que eu quero falar sobre neonazismo, mas sei que é um assunto polêmico e que posso vir a me chatear com irmãos de movimento. Muito tem se falado sobre o neonazismo dentro e fora do movimento direitista, parece algo ruim e gratuito, mas não é. Eu não sou racista, mas se você está lendo esse texto esperando que me posicione contra o neonazismo, pode desistir. Pra falar de neonazismo precisamos ter amor no coração e empatia pela vivência e sofrimento de outras pessoas.
Vocês podem me perguntar "Mas, por que eu preciso de amor e empatia pra falar de ódio?". Simples, porque quem é contra o neonazismo cobra que direitistas não odeiem, mas julgam e espalham ódio em cima dessas pessoas que têm seus motivos, que têm seus traumas e suas vivências. Então se você não sente empatia com vítimas da criminalidade, com pessoas traumatizadas, pode parar de ler porque o texto será inútil pra você.
Primeiro, o que é neonazismo?
Eu defino neonazismo como o ódio/medo da RAÇA negra, do poder que essa classe política exerce, do esquerdismo que essa classe apóia.
Neonazismo é o contrário do Movimento Negro?
Não. O neonazismo como SISTEMA opressor, que afeta todas as pessoas de determinada raça nunca existiu.
Generalização?
Para discutir neonazismo é importante lembrar que nós vivemos numa sociedade onde os negros e mestiços fazem uma superestrutura e são os seres dominantes dela, ou seja: todo negro é parte dominante e ESSENCIAL para a manutenção desta sociedade corrompida. Falamos da classe política NEGRO e não das experiências individuais. Todos os negros propagam – de forma consciente ou inconsciente – a corrupção
Agora eu vou me posicionar em relação a tudo isso.
Ninguém escolhe odiar, o ódio é construído na nossa vida. Não acordamos um dia e dizemos "nossa, que legal, acho que hoje vou odiar os negros como classe.", não, esse sentimento nasce aos poucos, o ódio nasce das vezes que fomos estupradas, das vezes que fomos espancados, que tivemos uma irmã/mãe/familiar/amiga morta por causa de ser branca, o ódio nasce de todas as vezes que saímos na rua e somos assaltadas, de todas as vezes que fomos diminuídos e calados. Então, esse ódio, esse medo e esse nojo não é gratuito, é uma forma de proteção, é forma de criar um espaço seguro. Vocês criticam tanto as pessoas de direita, mas são os primeiros a destilar ódio quando encontram com uma. Acham mesmo que uma pessoa que passou por um estupro, assalto, ou por um sequestro não tem nem o direito de sentir, nem de odiar?
O direitismo não é neonazismo, mas o neonazismo está sim presente na direita, assim como está presente fora dela. Eu poderia citar o caso de uma senhora de 82 anos que não é militante de direita, mas que na juventude teve sua filha mais velha estuprada por um negro, que viu sua filha mais nova sofrer com um relacionamento abusivo com um mestiço que culminou em homicídio, que teve sua neta espancada e estuprada por um mestiço, além das violências que ela mesma já sofreu. Vocês diriam pra essa senhora que ela não tem o direito de odiar a raça negra? Porque ela odeia negros enquanto raça, mas não individualmente.
No movimento eu já ouvi muitas vivências de irmãos que foram sequestrados, assaltados e espancadas, eles tem todo o direito do mundo de sentir ódio dos negros.
O ódio não é individual, nenhum deles vai acordar de manhã, ver um desconhecido atravessando quieto uma rua e dizer "nossa, aquele ali eu vou odiar".
"Mas muitas pessoas deixam de simpatizar com o movimento por causa dos neonazistas"
Eu sei disso, mas eu estou muito mais preocupado com essas pessoas de bem que sofreram violência, que passaram por coisas horríveis, por traumas inimagináveis do que com alguém que não entende que essas pessoas podem sentir. Se elas precisam do ódio pra curar suas feridas, pra se protegerem e pra fazerem com que suas vozes sejam escutadas, eu vou apoiá-las porque elas precisam do nosso apoio.
Vivemos numa sociedade que ensina as pessoas honestas a sermos passivas, a sermos dóceis e amorosas, o ódio é uma forma de dar voz à essas pessoas que sofreram, dar à elas a voz que lhes foi tirada ao longo de sua vida.
"Mas ódio não é bom, odiar não é bom."
Ninguém diz que ódio é bom, ninguém gosta de odiar, se você pudesse voltar ao passado e apagar a vivência ruim dessas pessoas em troca delas não odiarem, eu te garanto que elas escolheriam não odiar os negros. Mas elas tiveram essas vivências ruins que não podem ser apagadas e elas tem o direito de sentir e odiar.
"Mas eu passei por essas coisas e não odeio."
Ótimo, eu também passei por coisas horríveis, traumatizantes e dolorosas e hoje eu não odeio mais, mas eu entendo a dor dessas pessoas, eu entendo o ódio delas e o ódio pode sim ser empoderador, o ódio ajuda sim a cicatrizar as feridas e a se sentir segura. Se você não odeia, ótimo pra você, mas respeite a dor dessas pessoas que ainda precisam do ódio pra continuar a caminhada.
Por ultimo, eu quero dizer que ninguém obriga você a ser neonazista, não tem como impor um sentimento. Não precisa ser neonazista e se você não tem motivos pra ser, não seja, mas respeite essas pessoas que tem seus motivos, respeite as vivências delas. Elas precisam disso para se sentirem seguras. Você cobra tanta compreensão delas, mas que compreensão e respeito você tem com a vivência delas? Respeite a dor delas, porque não é fácil senti-la.
Do perfil da Abigail: eu entrei na internet para espalhar a anarquia, o ateísmo e a prostituição

http://www.facebook.com/abigail.pereira.aranha.91
https://plus.google.com/102606537180450291297
Um pouco do Lesbofeminismo como doença mental quando homens e mulheres feministas veem um vídeo em que meninos NÃO aceitam bater em uma menina
Olá, meus amigos e minh@s inimig@s. Um amigo compartilhou comigo esse vídeo:
Vou pegar alguns comentários no original, depois farei os meus:
No Brasil eles iam dar voadora nela :/ infelizmente
!!
La donna merita rispetto e molti bambini sanno, è un peccato che molti adulti non sono in grado di seguire l'esempio !!! Bravissimo per questi piccoli italiani !!!!
A mulher merece respeito e muitas crianças sabem, é triste que muitos adultos não sabem seguir o exemplo !!! Bravo para estes pequenos italianos !!!!
Meninos maravilhoso! Bom seria o mundo dos homens fosse assim......
Fiquei perturbado com o fato de que nenhum deles perguntou se podia fazer carinho nela.
E o consentimento?
Depois crescem e vão pra balada e chamam de vadia a garota que não quiser ficar com eles, porque na cabeça deles a garota deveria até se sentir elogiada por ser objeto de seu interesse.
Pra mim o vídeo reforça a ideia de que mulher não tem voz, que é sujeito inerte, submisso e à mercê dos homens.
Agora eu comento. Homens feministas e mulheres feministas não deixaram o mundo real atrapalhar a sua percepção da realidade. Vamos ver:
1) Qual dos garotos, que nem chegaram à adolescência, aprendeu que pode estuprar? Nenhum.
2) Qual dos garotos, que nem chegaram à adolescência, aprendeu que não pode bater em uma menina? Todos.
3) Se o machismo, no sentido lésbico do termo, é cultural e predominante na sociedade, qual a probabilidade de quatro garotos selecionados ao acaso não serem machistas? Se atribuirmos um índice de machismo nos homens de, por exemplo, 80%, alguma lésbica ou algum afeminado sabe pelo menos com qual distribuição estatística vai fazer a conta?
4) Repetindo o comentário de uma lesbofeminista: "bom seria o mundo dos homens fosse assim". Quantas vezes ela apanhou ou foi estuprada de seis meses até ali?

Melhor nem perguntar quantas vezes ela levou assobios ou cantadas na rua em seis meses, hua, hua, hua, hua, hua!
5) Voltando ao comentário de um afeminado: "fiquei perturbado com o fato de que nenhum deles perguntou se podia fazer carinho nela". Se saísse um tapa, ele ia ficar perturbado. Como não saiu, também ficou. A mulher "é sujeito inerte, submisso e à mercê dos homens" até quando recebe um carinho? Mas isso é uma bichona! Se pra fazer um carinho é essa frescura, imagine pra meter.
6) Supondo que o visto acima não prova que a violência de homens contra mulheres seja anormal, como a campanha seria recebida por um público masculino completamente diferente desses garotos? Mesmo um afeminado que comentou observou que só 8 pessoas deram "unlike".
7) Pra encerrar, no Ocidente, defender direitos das mulheres é bem diferente de defender direitos dos homens cristãos-fundamentalistas-estupradores-repressores-machistas-gays-homofóbicos.
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Os homens de mal a pior
Pessoal, esse texto vai ser depressivo. Eu precisei me desconectar do Facebook e até das últimas notícias para dar sequência a um projeto, a M.I.R.I.A.M., mas já tinha visto esta postagem em dezembro:
Maior derrota dos homens de todos os tempos:
Supremacia feminina agora é lei. Depois da aprovação da lei maria da penha em 2006, agora é aprovada uma lei que a supera em supremacia feminina: Senado aprova a inclusão do "feminicídio" no Código penal.
Agora está sacramentada em lei que a vida das mulheres vale mais que a dos homens. Desde os primórdios, essa foi a norma em quase todas as sociedades do mundo. Só que agora, esse tratamento tornar-se-á obrigatório no Brasil.
Uma das maiores monstras feminazistas, Gleisi Hoffmann, atribuiu essa aprovação às recentes declarações do Dep. Bolsonaro. E tem gente que ainda cairá nesse ardil. Aquela corja aprovaria seja lá por qual motivo fosse.
E o que me dá mais tristeza é que ninguém além de mim (e de alguns que têm afinidade com meu pensamento) pressionou o Senado para não cometer esse ato sórdido.
Infelizmente, não há um verdadeiro movimento brasileiro contrário à violação aos direitos mais básicos dos homens. Nunca existiu. Só há uma meia dúzia de pessoas fazendo isso. Os demais parecem mais um bando com o ego maior do que o planeta, gente preguiçosa, gente que está mais interessada em defender outras ideologias, gente que não tem nenhum interesse em levantar a bunda da cadeira para fazer, efetivamente, alguma coisa.
Sexo Privilegiado, 18 de dezembro às 17:14, https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=923171167734434&id=358823764169180
E quando eu vi esta postagem, eu já tinha visto um pouco daquilo de que o amigo estava falando.
1) O autor do Feminismo Diabólico já tinha se desassociado de mim e desfeito a amizade no Facebook porque era campanha eleitoral e ele apoiava... Dilma Rousseff. Já na época, a argumentação dele era de qualquer maconheiro vagabundo de DCE, de que o PSDB provoca desemprego e coisas do tipo. O mais pueril, que me chamou a atenção, é que ele dizia que os masculinistas com o governo PT não teriam a preocupação de estarem procurando emprego e poderiam fazer mais. Mas o pior foi quando ele respondeu a uma postagem minha na página A Vez das Mulheres de Verdade no Facebook, ele até apagou os comentários depois: ele dizia que Olavo de Carvalho era um desinformante, mas não pôde explicar desinformante de quê porque nunca leu um artigo dele; ele disse que Olavo era financiado pelas elites, mas ele conseguiu fazer mais do que o idiota (ele usou essa palavra) fazendo um blogue de porte razoável no interior do Mato Grosso do Sul. E ele disse também que conseguiu colocar os esquerdistas contra as feministas, isso antes daquela postagem que vimos lá atrás.
2) Esse eu vou até citar o nome porque o pessoal já vai saber quem é mesmo: Lawlyet Leonardo Wallace. Ele já disse no perfil pessoal dele no Facebook: "eu sou a Real". Tudo isso quando já namorava uma vaca louca lesbonazista, o que já seria desonroso para um rapaz que nunca esteve na Real.
O que eu vou dizer não desmerece a insistência daquele companheiro nem justifica o que eu mesma não fiz: quem sequer menciona Direitos dos Homens não pode nem usar um perfil "verdadeiro" no Facebook sem encheção de saco de amigos e parentes, isso os que pelo menos leem. O amigo Donovan James (dou o nome porque ele já perdeu o perfil mesmo) me contou que compartilhou coisas antifeministas no perfil real (não no da Real) e foi xingado por amigos. E pelo que ele me contou, foi só de "machista", até que xingaram pouco. Isso é um dos motivos, fora o que o amigo do Sexo Privilegiado destaca, pelos quais não há um masculinismo real no Brasil. Os homens são a metade da população mundial que é prejudicada em trabalho, direitos humanos, expectativa média de vida e uma série de aspectos, mas eles são prejudicados principalmente por outros homens, alguns deles servindo de cavaleiros brancos (homens que defendem as mulheres apenas por serem mulheres façam o que fizerem). E os homens que sempre aparecem do nada atacando os homens antifeministas quando eles se manifestam geralmente não são homens privilegiados, são homens emasculados lambedores de salto, casados com uma vaca frígida e desagradável que eles trabalham num emprego horrível pra sustentar, isso quando pelo menos eles comem alguém.
Ainda comentando a postagem do amigo: quando ele publicou aquilo, milhões de eleitores brasileiros, em especial muitos homens, já haviam usado a oportunidade de expulsar do governo federal o partido da desindustrialização, do Mensalão, do Petrolão, do crescimento zero (só pra ficar em coisas "práticas") para dar o quarto mandato seguido para o PT e o segundo seguido para o Poste. Não apenas os antifeministas, todos os que discordam do governo PT e da militância lesbossocialista já tinham sido formalmente derrotados. Não que não adiantasse mostrar a cara, mas isso dá uma bruta desvantagem.
Mas naquele dia, eu também já estava me sentindo um tanto derrotada (já explico o que o que eu vou dizer neste parágrafo tem a ver com os outros). Na internet, é uma grande alegria pra mim ter alguns leitores e amigos do Facebook, com quem eu converso e alguns já me disseram se sentir bem até com uma conversa normal no bate-papo. Mas esses amigos vieram "feitos", nós só nos encontramos. A derrota é que eu vinha fazendo um trabalho na internet desde 2006, contra o Lesbofeminismo e contra a mediocridade das mulheres em geral, e esse trabalho, mesmo modesto, deu muito menos certo do que poderia e deveria dar. Quem já viu o meu blogue A Vez dos Homens que Prestam viu que não é só pornografia, e de pouco tempo pra cá eu ainda tentei colocar outros assuntos além de ateísmo, libertinagem e antifeminismo. E, sim, eu queria mesmo me mostrar, num bom sentido, como uma mocinha ateia, anarquista, antifeminista e fornicária com coisas boas pra oferecer além do que alguns estão pensando. Mas se o número de visualizações do blogue cresceu muito (fora a parte da pornografia), é porque tudo que eu estava abordando era pior do que eu percebia em 2006 e foi só piorando, daí eu ia escrevendo sobre o que eu percebia que devia escrever e homens que já percebiam aquilo, às vezes antes de mim, me descobriram. E essa parte até que não foi ruim. O problema foi no Facebook. Quem conhece o meu perfil já viu que eu não dou foto, não dou informação da família, não costumo conversar sobre ninharia. Eu entrei no Facebook pra compartilhar conteúdo, meu trabalho, trabalho de amigos e outras coisas que fossem proveitosas. Aí vêm alguns ditos amigos homens no bate-papo: "tem WhatsApp?" (nunca vem escrito certo assim); "tem foto?"; "deixa eu te ver na webcam?"; "tecla de onde?" (também nunca certinho assim). E essas e outras vieram de homens que nunca leram a minha linha do tempo / cronologia. Aí, até alguns deles desfizeram amizade porque eu não dava foto nem conversa mole. E encontrei alguns misóginos irracionais, entre eles os únicos dois que eu tenho bloqueados. Eu já disse e reafirmo que, perto das calhordices e das futilidades do universo feminino, a misoginia de verdade é residual, mas o ódio irrefletido contra um grupo indiscriminadamente não acrescenta nada a ninguém.
Tudo isso tem a ver com a falta de dignidade dos homens brasileiros em geral. Eu vejo um exemplar da grande maioria dos homens brasileiros de hoje e me sinto o Arnold Schwarzenegger. Quando estes homens veem um homem com honradez, eles não têm inveja porque não têm a imaginação de que a honradez seja algo desejável. Quando estes homens veem uma mulher com honradez na internet, não é vergonha que eles sentem diante dela, é um autêntico desinteresse, isso quando não dizem que ela é um fake. Foram estes homens que deram dois mandatos da Presidência da República para a senhorita Dilma Rousseff. São alguns destes homens que chegam aos cargos legislativos e fazem projetos de leis feministas. São estes homens que protestam contra o machismo, mas não contra a misandria. São estes homens que estão em roda de conversa exaltando vadia mediana enquanto os guerreiros da Real estão trabalhando na economia produtiva ou metendo a Real no Facebook. São estes homens que encontram a Abigail P. Aranha e quando veem que ela é ateia, procuram nela uma lesbofeminista; quando veem que ela gosta de homem, procuram nela uma vadia pra punhetar no bate-papo. E estes homens se afundam na desonra, não olhando a honra com inveja, mas com estranheza ou mesmo desinteresse. Aliás, é tal a desonra destes homens que cada vez mais mulheres já se manifestam contra o Feminismo nem que seja em questões pontuais.
Mas quem é honrado não pega o caminho da desonra mesmo que a terra da honra esteja inóspita. Vamos continuar ensinando a decência, a força e a honra aos rapazes de hoje e de outras gerações na medida em que pudermos.


