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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Violência contra o homem 11

Família mata homem por querer assistir jogo da Copa do Mundo

Por Redação Yahoo! Brasil

Segundo a polícia sul-africana, um homem foi morto na pequena vila de Makweya, província de Limpopo (nordeste da África do Sul) por tentar assistir um jogo da Copa do Mundo.

David Makoeya, de 61 anos, lutou com a sua esposa e os dois filhos pelo controle remoto. O motivo: ele queria assistir ao jogo entre Alemanha e Austrália, vencido pelos germânicos por 4 a 0, enquanto seus familiares queriam acompanhar um programa gospel no mesmo horário.

"Ele disse, 'Não, eu quero assistir futebol', o que gerou o ataque deles [familiares]", disse a porta-voz da polícia local Mothemane Malefo nesta quinta. Ela ainda não sabe o que foi usado para matar Makoeya, mas informou que aparenta que a cabeça do homem foi jogada contra a parede. A mãe e os filhos só chamaram a polícia depois que o pai já estava bem ferido, e as autoridades não chegaram a tempo de salvá-lo.

Após pagamento de fiança, a filha Lebogang, de 23 anos, foi liberada. A mãe Francina, de 68, e o filho Collin, de 36, continuam detidos. Os três serão convocados para prestar esclarecimentos no dia 27 de julho.

Crédito: Associated Press

Yahoo Notícias, 17 de junho de 2010, http://g.br.esportes.yahoo.com/futebol/copa/noticias/fam-iacute-lia-mata-homem-por-querer-assistir-jogo-da--fbintl_ybr_ce-br-457b12960fc65d812df81a84c007d25e.html

Mandada pelo Fariseu, muito obrigada

sábado, 14 de agosto de 2010

Reconhecendo o valor da religião: nenhum

Abigail Pereira Aranha
Será que a religião não tem nada que se salva? Não, a religião não tem nada que presta. Mas não existe gente que não é religiosa que reconhece a importância da religião? Existe, ou eles pensam errado ou eles não querem horrorizar o povo. Eu vou mostrar porque a religião não é nem lixo, porque lixo ainda pode ser reaproveitado.
Vamos começar com a parte dos princípios morais. A humanidade tem lá os seus defeitos, mas a maioria das pessoas talvez ainda não seja tão imbecil a ponto de só se comportar como gente por medo do Inferno.
Se formos ver melhor, vamos ver que a moral dos religiosos é servilidade, fanatismo e horror a sexo.
Se a religião é tão importante pra formação moral, por que o ateu tem muito mais facilidade do que o religioso pra ver como uma lei que pune o adultério com apedrejamento é tosca, e não tenta achar algum sinal de sabedoria divina nela?
Uma tal de Thereza Christina Jorge, que diz que é jornalista, escreveu essa: "As colunas da moralidade do Ocidente estão nos Dez Mandamentos, escritos por Moisés no Pentateuco. E a figura desse grande líder tem sido objeto de fascínio de intelectuais de todos os tempos." ("A Bíblia inspira a Literatura", http://www.ufmbb.org/joomla/index.php?option=com_content&view=article&id=198:a-biblia-inspira-a-literatura&catid=1:artigosdiversos&Itemid=59). Minha filha, o que você entende por moral? Imposição de falta de orgasmo e superstição?
O que a religião fez pelo desenvolvimento científico? Nada. Só fez contra. Imagine a humanidade no começo. Muita gente vai pensar no homem das cavernas, eu não acredito na Evolução mas a imagem serve. A raça humana está perdida, sofre com o calor, sofre com o frio, sofre com a chuva, sofre com a falta de chuva, não sabe de onde vêm os raios, não sabe nem como funciona o próprio corpo. Aí vêm uma dúzia de vigaristas e oferece o quê? Meteorologia? Medicina? Agricultura? Engenharia? Não, eles vêm trazer um sistema com lendas moralistas, deuses e representantes deles que deviam ser obedecidos. Pra fazer o mundo mais aterrorizante do que já era, pra eles terem status em cima do medo e da ignorância dos outros.
É por isso que religião e ciência sempre estiveram e sempre vão estar em conflito. É o conflito da Terra chata sustentada por colunas que balançam em todo acesso de ira divina com a Terra que gira em torno do Sol. Quando a religião e a ciência não estão em conflito, uma teve que se render a outra. Quantas pessoas com inteligência e grandeza poderiam pôr a humanidade séculos à frente sem líderes religiosos comedores de carniça e um povinho analfabeto com medo de castigos após a morte?
E a contribuição da religião para as artes? Vou contar uma história pra vocês. Em 2001, o Talibã demoliu duas estátuas de Buda no Afeganistão. Disse um porta-voz do Talibã que foi por causa da demolição de uma mesquita na Índia. O que pra um é uma glória, pro outro não é nada, ou coisa suja. Por que o Alcorão é melhor que a Doutrina de Buda? Por que o cristão pode achar os dois uns lixos?
Mas e os grandes religiosos? Os cientistas que acreditavam num deus, ou as pessoas que fizeram bem ao próximo, não contam a favor da religião? Não. Liberdade religiosa, ou de falta de religião, é uma coisa recente, que alguns países não têm até hoje. Então, um cientista cristão do século XVII era de um país onde católicos e protestantes achavam uns que os outros tinham parte com o Diabo, e os dois tinham horror aos ateus. E as pessoas religiosas que trabalhavam em causas sociais não foram exemplos de religiosos, foram exemplos de pessoas. Exemplo de religioso foi a mulher sexualmente insatisfeita casada com o único homem que tocou na vida que denunciou o próprio filho à Inquisição porque ele tinha uma Bíblia.
Conclusão: sim, não sobra nada. Sobram fanáticos semianalfabetos, guerras santas, gente que não tem mais ânimo de viver, falta de sexo, golpes de estado em nome de deuses, bloqueio a páginas de safadeza, gente alienada, etc.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Vamos detonar um matrixiano 3

Gente, vejam essa pérola do deputado federal Wilson Picler (PDT-PR):

Em Nova Esperança, região norte do Paraná, o deputado federal Wilson Picler (PDT-PR) destacou o aspecto moral da mulher no universo da política. "A mulher tem uma ética mais aprimorada do que os homens nas questões ligadas a política. Por isso, precisamos de mais mulheres no envolvimento político", analisou o deputado. (Página do deputado federal Wilson Picler).

E depois disso vêm uns falarem de opressão masculina? Vai alguém falar que o branco é mais ético que o negro pra ver.

Falando de ética de mulher na política, dá só uma olhada nessa história (está no blog Os Amigos do Presidente Lula): A Yeda Crusius comprou uma mansão. É suspeita de não ter dinheiro para comprá-la. Além deste problema de falta de dinheiro legal, há outro: suspeita-se que ela usou dinheiro público para deixar sua mansão MELHORZINHA. (os comentários são do Chicão dois Passos no blog Macho de Verdade). E tem outra também: Karina Rosso, mulher do governador do Distrito Federal, Rogério Rosso, entrou na frente de um trator que ia derrubar que ia derrubar o muro que uma empresa particular fez dentro de uma área pública em Brasília (o caso está em http://www.brasiliaconfidencial.inf.br/?p=19002).

Abigaíl Pereira Aranha

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Texto de 1894: "Instruções e conselhos para a jovem noiva", de Ruth Smythers

Gente, vejam esse texto de 1894. É o tipo da coisa que eu falo no A Vez das Mulheres de Verdade e no A Vez dos Homens que Prestam, e outros falam em seus blogs, mas não é invenção nossa. O texto original está depois da tradução pra vocês verem.
A turma do "o sexo é uma benção de Deus dentro do casamento" faça o favor de não comentar esse texto. Filho feio não tem pai, e vocês não são fortes como no passado.
Homens tradicionalistas que estão lendo: será que é isso que vocês gostariam que as mulheres fizessem?
Queridas feministas, vocês que gostam de falar da opressão masculina, será que isso é opressão masculina? Um homem passar meses ou anos se desdobrando pra se casar com uma mulher, inclusive agradando a família dela inteira, pra ficar sem sexo aos 5 ou 10 anos de casado é coisa de sociedade dirgida pelos homens? Imagine o pobre homem casado com essa criatura.
E principalmente: esse texto é coisa de mulher vítima dos homens ou coisa de mulher filha da puta (me desculpem as prostitutas)?
É como eu digo: a mulher de família é a pior, mais hipócrita, mais cara e mais ruim de cama das prostitutas.
Beijos
Abigail Pereira Aranha
Esta é uma reedição de um artigo do The Madison Institute Newsletter, edição do outono de 1894:
dama vitoriana
Instruções e conselhos para a jovem noiva
Sobre a conduta e o procedimento
Dos relacionamentos íntimos e pessoais
Do Estado de Casamento
Para a maior santidade espiritual
Deste Santíssimo Sacramento
E a glória de Deus
por Ruth Smythers
Amada esposa do reverendo L. D. Smythers,
Pastor da Igreja Metodista Arcadiana
da Conferência Regional Leste
Publicado no ano do nosso Senhor de 1894
Spiritual Guidance Press, Nova Iorque
Instruções e conselhos para a jovem noiva
Para a mulher jovem sensível que teve os benefícios da educação apropriada, o dia do casamento é, ironicamente, tanto o mais feliz quanto o mais terrível dia da sua vida. No lado positivo, há o casamento em si, em que a noiva é a atração central em uma cerimônia bonita e inspiradora, simbolizando seu triunfo em assegurar um macho para prover todas as suas necessidades para o resto de sua vida. No lado negativo, há a noite de núpcias, durante a qual a noiva deve pagar o pato, por assim dizer, encarando pela primeira vez a terrível experiência do sexo.
Neste momento, caro leitor, deixe-me fazer uma concessão para um chocante verdade. Algumas jovens realmente anteciparam a provação da noite de núpcias com curiosidade e prazer! Cuidado com tal atitude! Um marido egoísta e sensual pode facilmente tirar vantagem de tal noiva. Uma regra fundamental do casamento nunca deve ser esquecida: DAR POUCO, DAR RARAMENTE, E ACIMA DE TUDO, DAR DE MÁ VONTADE. Caso contrário, o que poderia ter sido um casamento adequado poderia tornar-se uma orgia de desejo sexual.
Por outro lado, o terror da noiva não precisa ser extremo. Enquanto o sexo é na melhor das hipóteses revoltante e na pior das hipóteses um pouco doloroso, tem de ser suportado, e tem sido pela mulher desde o início dos tempos, e é compensado pela casa monogâmica e pelos filhos produzidos por ele. É inútil, na maioria dos casos, para a noiva prevalecer sobre o noivo para renunciar à iniciação sexual. Enquanto o marido ideal seria aquele que se aproximaria de sua noiva apenas a seu pedido e somente com a finalidade de gerar prole, tal nobreza e altruísmo não se pode esperar do homem comum.
A maioria dos homens, se não for negado, quereria sexo quase todos os dias. A noiva sábia permitirá um máximo de duas relações sexuais rápidas por semana durante os primeiros meses de casamento. À medida que o tempo passa, ela deve fazer todos os esforços para reduzir tal freqüência.
Doença fingida, sonolência e dores de cabeça estão entre os melhores amigos da mulher nesta questão. Argumentos, resmungos, repreensão, e brigas também revelam-se muito eficazes, se utilizados no máximo cerca de uma hora antes de quando o marido normalmente começaria sua sedução.
Esposas sábias estão sempre em alerta para novos e melhores métodos de negar e desencorajar as aproximações amorosas do marido. Uma boa esposa deve esperar ter reduzido o contato sexual para uma vez por semana até ao final do primeiro ano de casamento e para uma vez por mês até ao final do quinto ano de casamento.
Por volta do seu décimo aniversário muitas esposas conseguiram completar a sua geração de filhos e alcançar o objetivo final de terminar todos os contatos sexuais com o marido. Nessa época, ela pode depender do amor dele pelas crianças e das pressões sociais para manter o marido em casa. Assim como ela deve estar sempre alerta para manter a quantidade de sexo a mais baixa possível, a noiva sábia prestará igual atenção para limitar o tipo e o grau de contato sexual. A maioria dos homens são por natureza um pouco pervertidos, e se for dada meia chance, se envolveriam completamente em uma variedade das práticas mais revoltantes. Essas práticas incluem entre outras realizar o ato normal em posições anormais; pôr a boca no corpo feminino, e oferecer seus próprios corpos vis para que pôr a boca em troca.
Nudez, falar sobre sexo, ler histórias sobre sexo, ver fotografias e desenhos que mostram ou sugerem sexo são os hábitos detestáveis que o homem é susceptível de adquirir se permitido.
roupa de mulher
Uma noiva sábia fará a meta nunca permitir que seu marido veja seu corpo despido, e nunca deixá-lo mostrar seu corpo despido a ela. Sexo, quando não puder ser evitado, deve ser praticado somente na escuridão total. Muitas mulheres descobriram que é útil ter camisolas de algodão grossas para si e pijamas para os seus maridos. Estes devem ser vestidos em quartos separados. Eles não precisam ser removidos durante o ato sexual. Assim, um mínimo de carne é exposto.
Uma vez que a noiva tenha colocado a sua camisola e apagado todas as luzes, ela deve ficar em silêncio sobre a cama e esperar por seu noivo. Quando ele vem tateando no quarto, ela não deve fazer qualquer som para guiá-lo na direção dela, para que não tome isso como um sinal de encorajamento. Ela deve deixá-lo andar às apalpadelas no escuro. Há sempre a esperança de que ele vai tropeçar e sofrer alguma lesão leve que ela pode usar como desculpa para negar a ele o acesso sexual.
Quando ele a encontrar, a mulher deve ficar quieta o maior tempo possível. Qualquer movimento de sua parte pode ser interpretado como excitação sexual pelo marido otimista.
Se ele tentar beijá-la nos lábios, ela deve virar ligeiramente a cabeça para que o beijo caia sem causar danos em sua bochecha. Se ele tentar beijar-lhe a mão, ela deve fazer um punho. Se ele levanta o vestido dela e tenta beijá-la em qualquer outro lugar, ela deve rapidamente puxar o vestido de volta no lugar, levantar da cama, e anunciar que a natureza a chama ao banheiro. Isso geralmente diminui o desejo dele de beijar no território proibido.
Se o marido tenta seduzi-la com conversa lasciva, a mulher sábia repentinamente se lembrará de algumas perguntas não-sexuais triviais para perguntar a ele. Uma vez que ele responda ela deve manter a conversa, não importando quão frívola ela possa parecer na ocasião.
Eventualmente, o marido aprenderá que se ele insiste em ter o contato sexual, ele deve ir em frente sem enfeite amoroso. A mulher sábia lhe permitirá puxar o vestido até não mais do que a cintura, e apenas lhe permitirá abrir a frente do pijama dele para assim fazer a conexão.
Ela deve ser absolutamente silenciosa ou tagarelar sobre seus afazeres domésticos enquanto ele está soprando e bufando. Acima de tudo, ela ainda deve ficar perfeitamente quieta e nunca em qualquer circunstância grunhir ou gemer enquanto o ato está em andamento. Logo que o marido tenha concluído o ato, a mulher sábia começará a resmungar com ele sobre várias tarefas menores que ela deseja que ele execute no dia seguinte. Muitos homens têm uma parte maior de sua satisfação sexual do esgotamento pacífico imediatamente após o ato acabar. Assim, a esposa deve se assegurar de que não há paz neste período para que ele aproveitar. Caso contrário, ele pode ser encorajado a em breve tentar mais.
Um fator animador pelo qual a mulher pode ser grata é o fato de que a casa do marido, a escola, a igreja, e o ambiente social têm vindo a trabalhar juntos durante toda a vida dele para incutir nele um profundo sentimento de culpa em relação aos seus sentimentos sexuais, de modo que ele vem para o leito do casamento se desculpando e cheio de vergonha, já meio intimidado e subjugado. A esposa sábia aproveita essa vantagem e implacavelmente persegue seu primeiro objetivo de primeiro limitar, depois aniquilar completamente o desejo de expressão sexual de seu marido.
Copyright 1894 The Madison Institute.
Tradução de Abigail Pereira Aranha

This is a reprint of an article in The Madison Institute Newsletter, Fall Issue, 1894:


Victorian lady



Instruction and advice
for the young bride




On the Conduct and Procedure
Of the Intimate and Personal Relationships
Of the Marriage State
For the Greater Spiritual Sanctity
Of this Blessed Sacrament
And the Glory of God



by Ruth Smythers
Beloved wife of The Reverend L.D. Smythers,
Pastor of the Arcadian Methodist Church
of the Eastern Regional Conference
Published in the year of our Lord 1894

Spiritual Guidance Press, New York City






Instruction and advice for the young bride









To the sensitive young woman who has had the benefits of proper upbringing, the wedding day is, ironically, both the happiest and most terrifying day of her life. On the positive side, there is the wedding itself, in which the bride is the central attraction in a beautiful and inspiring ceremony, symbolizing her triumph in securing a male to provide for all her needs for the rest of her life. On the negative side, there is the wedding night, during which the bride must pay the piper, so to speak, by facing for the first time the terrible experience of sex.
At this point, dear reader, let me concede one shocking truth.Some young women actually anticipate the wedding night ordeal with curiosity and pleasure! Beware such an attitude! A selfish and sensual husband can easily take advantage of such a bride. One cardinal rule of marriage should never be forgotten: GIVE LITTLE, GIVE SELDOM, AND ABOVE ALL, GIVE GRUDGINGLY. Otherwise what could have been a proper marriage could become an orgy of sexual lust.
On the other hand, the bride's terror need not be extreme. While sex is at best revolting and at worse rather painful, it has to be endured, and has been by women since the beginning of time, and is compensated for by the monogamous home and by the children produced through it. It is useless, in most cases, for the bride to prevail upon the groom to forego the sexual initiation. While the ideal husband would be one who would approach his bride only at her request and only for the purpose of begetting offspring, such nobility and unselfishness cannot be expected from the average man.
Most men, if not denied, would demand sex almost every day. The wise bride will permit a maximum of two brief sexual experiences weekly during the first months of marriage. As time goes by she should make every effort to reduce this frequency.
Feigned illness, sleepiness, and headaches are among the wife's best friends in this matter. Arguments, nagging, scolding, and bickering also prove very effective, if used in the late evening about an hour before the husband would normally commence his seduction.
Clever wives are ever on the alert for new and better methods of denying and discouraging the amorous overtures of the husband. A good wife should expect to have reduced sexual contacts to once a week by the end of the first year of marriage and to once a month by the end of the fifth year of marriage.


By their tenth anniversary many wives have managed to complete their child bearing and have achieved the ultimate goal of terminating all sexual contacts with the husband. By this time she can depend upon his love for the children and social pressures to hold the husband in the home. Just as she should be ever alert to keep the quantity of sex as low as possible, the wise bride will pay equal attention to limiting the kind and degree of sexual contacts. Most men are by nature rather perverted, and if given half a chance, would engage in quite a variety of the most revolting practices. These practices include among others performing the normal act in abnormal positions; mouthing the female body; and offering their own vile bodies to be mouthed in turn.
Nudity, talking about sex, reading stories about sex, viewing photographs and drawings depicting or suggesting sex are the obnoxious habits the male is likely to acquire if permitted.

Lady getting dressed

A wise bride will make it the goal never to allow her husband to see her unclothed body, and never allow him to display his unclothed body to her. Sex, when it cannot be prevented, should be practiced only in total darkness. Many women have found it useful to have thick cotton nightgowns for themselves and pajamas for their husbands. These should be donned in separate rooms. They need not be removed during the sex act. Thus, a minimum of flesh is exposed.
Once the bride has donned her gown and turned off all the lights, she should lie quietly upon the bed and await her groom. When he comes groping into the room she should make no sound to guide him in her direction, lest he take this as a sign of encouragement. She should let him grope in the dark. There is always the hope that he will stumble and incur some slight injury which she can use as an excuse to deny him sexual access.
When he finds her, the wife should lie as still as possible. Bodily motion on her part could be interpreted as sexual excitement by the optimistic husband.
If he attempts to kiss her on the lips she should turn her head slightly so that the kiss falls harmlessly on her cheek instead. If he attempts to kiss her hand, she should make a fist. If he lifts her gown and attempts to kiss her anyplace else she should quickly pull the gown back in place, spring from the bed, and announce that nature calls her to the toilet. This will generally dampen his desire to kiss in the forbidden territory.
If the husband attempts to seduce her with lascivious talk, the wise wife will suddenly remember some trivial non-sexual question to ask him. Once he answers she should keep the conversation going, no matter how frivolous it may seem at the time.

Eventually, the husband will learn that if he insists on having sexual contact, he must get on with it without amorous embellishment. The wise wife will allow him to pull the gown up no farther than the waist, and only permit him to open the front of his pajamas to thus make connection.
She should be absolutely silent or babble about her housework while he is huffing and puffing away. Above all, she should lie perfectly still and never under any circumstances grunt or groan while the act is in progress. As soon as the husband has completed the act, the wise wife will start nagging him about various minor tasks she wishes him to perform on the morrow. Many men obtain a major portion of their sexual satisfaction from the peaceful exhaustion immediately after the act is over. Thus the wife must insure that there is no peace in this period for him to enjoy. Otherwise, he might be encouraged to soon try for more.
One heartening factor for which the wife can be grateful is the fact that the husband's home, school, church, and social environment have been working together all through his life to instill in him a deep sense of guilt in regards to his sexual feelings, so that he comes to the marriage couch apologetically and filled with shame, already half cowed and subdued. The wise wife seizes upon this advantage and relentlessly pursues her goal first to limit, later to annihilate completely her husband's desire for sexual expression.



Copyright 1894 The Madison Institute.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Vamos detonar um matrixiano 2

Pra quem não conhece o termo, que não é meu: matrixiano é o homem que acredita na propaganda feminazista de que mulher é angelical, ética, boa mãe, vítima da opressão masculina, melhor que o homem em tudo, não chifra por canalhice, não é falsa, etc.
Olhem esse texto: "Os quereres das nossas costelas", de Xico Sá. Publicado no jornal O Tempo, de Belo Horizonte, de 10/10/2008, (http://jornalpampulha.com.br/otempo/colunas/?IdColunaEdicao=6777). Gente, olhem o típico capacho que rasteja pelas mulheres e se contenta com muito pouco. Eu imagino a galera da Central Masculinista e outros que metem a real nas mulheres e nos matrixianos capachos lendo esse texto e querendo pegar esse cara pra dar um cacete. Pombas, é por causa de homens assim que as mulheres sempre foram um lixo, com raríssimas exceções.
Beijos
Abigail Pereira Aranha
Os quereres das nossas costelas
XICO SÁ
xicosa@brpress.net
MODOS DE MACHO. Velhíssima pergunta, por supuesto. A pergunta é das antigas, mas as possíveis especulações sempre serão novíssimas. Nosso eterno desafio. Paz na terra aos homens de boa vontade que tentam decifrá-la. É o que tentaremos agora. E sempre.
As mulheres querem que os homens adivinhem, sintam, farejem os seus desejos e vontades e antecipem essas realizações.
Bem-aventurados os que descobrem que elas estão a fim de uma viagem à montanha e levam-nas à montanha; bem-aventurados os que sabem que elas não agüentam mais aquele velho boteco e levam-nas a um japonês decente; bem-aventurados os que sabem que elas gostam de novidades e detestam quando os garçons nos dizem "o de sempre, amigo?"
As nossas mulheres querem que tenhamos olhos só para elas. No que, aliás, foram contempladas biblicamente pelo décimo mandamento das tábuas da lei entregues por Deus a Moisés: não cobiçarás a mulher do próximo blábláblá etc.
As mulheres querem que alternemos momentos de homens sensíveis e momentos de lenhadores. E nós, na gana da obediência e do agrado, somos lenhadores quando nos queriam sensíveis e vice-versa. É comédia de erros, velho camarada Shakespeare. Sempre assim, tipo onde queres Leblon sou Pernambuco... onde queres romance, rock’nroll...
As mulheres querem que reparemos no novo corte de cabelo, mesmo que a alteração tenha sido mínima, tipo só uma aparada nas pontas. O radar capilar tem que acender a luzinha, sem falha, na hora, se liga! Se for luzes, entonces, cruzes!!!
As mulheres não toleram que viremos de lado e já nos braços de Morpheu depois da saudável prática do sexo. As mulheres querem carinho e entusiasmo, embora saibam que o único animal que canta e se anima depois do gozo é o galo, esse tarado pernalta incorrigível, incomparável.
As mulheres querem... massagem. Muita massagem. Primeiro nas costas, depois nos pés e sempre no ego.
As mulheres querem... molhinhos agridoces. Como elas se lambuzam lindamente!
As mulheres querem... flores e presentes. Não caia, jovem mancebo, nesse conto de que mulher gosta é de dinheiro. Se assim o fosse, amigo, os pobres de tudo não teriam nenhuma, nunca, jamais uma fêmea. Repare que até debaixo do viaduto está lá a brava mulher na companhia do desalmado. Ela e o cachorrinho magro, só o couro, o osso e a fidelidade.
O que vale é a devoção, amigo. Mesmo que você não tenha um dólar furado, pobre de marre-marré, pode muito bem presenteá-la com uma bijuteria de R$ 1,99, desde que seja com a devoção e a dramaturgia de uma jóia da Tiffany’s - vide "Bonequinha de Luxo", o filme.
As mulheres só querem ser felizes. Seja no luxo, seja na simplicidade.
& MODOS DE FEMEA
Dito isto, digo mais, eu não sei é de nada ainda sobre estes maravilhosos seres. Quem saberá? Ninguém. Ninguém mesmo, graças a Deus. Mas melhor tentar entendê-las do que se fingir de macho e leso para toda a vida. Senão o pior pode acontecer: seremos alertados apenas por um chifre ou algo pontiagudo que nos coça a testa e o juízo.
O que custa, então, sermos os novos escravos destes seres moderníssimos que também não sabem de nada?
Xico Sá é colunista da BR Press. Fale com ele pelo também pelo Blog do Leitor, no site www.brpress.net.
Publicado em: 10/10/2008

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Violência contra o homem 10

Mulher de prefeito assassinado no Paraná é presa e acusada de encomendar o crime

Publicada em 04/03/2010 às 13h16m

Anderson Hartmann, Cleide Carvalho, O Globo

SÃO PAULO - Josiane Portes Rutz, mulher de Adel Rutz, prefeito de Rio Branco do Sul, no Paraná, foi presa e é acusada de mandar matá-lo por ciúme. O casal estava separado há cerca de duas semanas. A informação foi confirmada pelo presidente da Câmara Municipal de Rio Branco do Sul, Ariel Ribeiro. A Secretaria de Segurança Pública convocou uma entrevista para falar sobre a elucidação do caso. Além de Josiane, outras três pessoas foram presas. A prisão de Josiane teria sido divulgada no twitter do governador Roberto Requião durante a madrugada desta quinta-feira e posteriormente retirada. Requião teria informado que Joseane encomendou o crime por R$ 25 mil e ainda teria ficado devendo R$ 10 mil. Foi pelo twitter que o governador informou também a primeira prisão de suspeito, o piloto da moto usada no crime.

Rutz tinha 36 anos e dois filhos com Josiane. A hipótese de crime passional já estava sendo investigada pela polícia , que chegou a avaliar também motivação política. Rutz havia assumido a prefeitura da cidade em janeiro de 2009, depois de ser eleito no ano anterior. Entre 2005 e 2008, Rutz era vereador do município. O prefeito que o antecedeu, Amauri Johnsson (PSC), renunciou ao cargo em outubro de 2008 depois de sofrer um processo do Ministério Público do Paraná, que o acusava de fraudar licitação.

Rutz estava em seu veículo, modelo Golf, próximo à sua residência, por volta da 20 horas. De acordo com informações da Polícia Militar, os assassinos teriam armado uma tocaia para matar o prefeito. Rutz estava na rua Domingos Faria quando uma moto preta, com dois ocupantes, cercou o veículo. Rutz saiu do carro e tentou fugir, mas foi baleado. O político foi atingido por cinco tiros: dois nas costas, um no peito, um na perna e outro no pé. Ele chegou a ser encaminhado para o Hospital Municipal de Rio Branco do Sul, mas não resistiu aos ferimentos. Um terceiro participante, em outro veículo, teria dado cobertura à dupla da moto.

Joerison Portes de Barros, irmão de Josiane, teria perseguido os homens de moto e teria dito à polícia que conseguiu derrubá-los da moto, mas que os dois ocupantes fugiram para o mato. A polícia descobriu que a motocicleta havia sido roubada em novembro de 2009. O município de Rio Branco do Sul fica ao norte de Curitiba e tem uma população estimada em pouco mais de 30 mil habitantes.

O Globo, 04 de março de 2010, http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2010/03/04/mulher-de-prefeito-assassinado-no-parana-presa-acusada-de-encomendar-crime-915986277.asp

Violência contra o homem 9

Fui vítima desta lei. Há Quase um ano atras(Sendo hoje 28/06/2009), Depois de brigas frequentes com minha mulher, chegou o dia em que Decidi colocá-la para fora de minha vida. Não lembro o motivo pelo qual brigávamos nesse dia. Mas ela já me ameaçava de usar a lei contra mim. Peguei-a no colo; nos braços r a conduzi para o lado de fora da casa, Tal qual uma princesa que predeu o trono mas não a “majestade”. Ela se debatia, claro. Mas coloquei-a de pé no corredor do terreno de onde morávamos. Ela de imediato se atirou ao chão, de joelhos. Ali naquele momento já percebi o que ela tinha em mente. Gritou muito para que todos no raio de alcance dela a pudessem ouvir. eram ofensas e absurdos.correu até o estabelecimento comercial que ficava ao lado da casa, e lá ligou para a polícia. pouco depois ela voltou para casa Olhou-me pela janela da sala que dava para o mesmo coredor já mencionado, me ameaçando e dizendo que queria nossa filha. Quando olhei para ela e dei umpasso na direção dela para responder, ela correu pelo coredor gritando “Socorro, socorro, polícia!!” Algo na minha opinião realmente teatral… Depois de passados uns dois minutos decidi deixá-la ver a pequenina. Ela a levou nos braços e não soltou mais. Nissa filha é outra vítima constante do comportamento instável dela. A mãe que não respeita o pai, gritando ofensas constantemente, provoca distúrbios na educação e na compreensão do mundo ao seu redor. Voltando: Depois de um tempo surgiu uma viatura policial. Após isso, tudo foi bem simples, ao meu ver. Ao chegar na delegacia ela inventou muitas histórias: disse que eu a arrastei pelos cabelos por trinta metros de corredor até a rua, ameacei contra sua vida, e a tria jogado no chão. Entretanto, ela não tinha como me acusar de agressão, ou como sustentar as próprias mentiras… Não conseguiu que um vizinho sequer aobservasse nossa discussão. Sem testemunhas, ela se viu sem saída a não ser se comportar de forma desesperada, me olhando com se tivesse verdadeiro pavor de mim. Para um delegado que nos atendeu, Ela tentou exibirma marquinha de um pequeno hematoma na coxa. Eu apenas fazia idéia de onde ela poderia ter arrumado aquilo. Poderia ter sido brincando com nossa filha no chão, nas aulas de Basquete ou qualquer outro lugar.. Enfim: Já era aquele roxo, quase amarelando, por ter sido feito há algum tempo… o Delegado sorriu e fez uma cara de desdém para ela. Me mantive calmo o tempo todo. os pais dela estavam lá com ela. E eu estava sozinho. No fim das contas ela terminou por retirar a acusação, mas até hoje eu penso que adoraria vê-a num tribunal desmascarada. Terminamos por reatar… E hoje em dia As brigas voltaram com força total. Pouco mais de um mês que nos mudamos, e não dormimos UMA noite sequer na mesma cama. Hpje ela maisuma vez gritou comigo. desde o incidente com a lei, não denotei nada que ela pudesse considerar ameaça à própria integridade. Mas ela provoca. Provoca e eu teho que engolir seco suas infâmias, todo tipo de ofensa e insulto. A única saída é o divórcio, mas não tenho dinheiro para pagar, não tenho como tirá-la de casa. E não vou sair para que ela não se beneficie com meu “bandono de lar”. Não sei o que fazer. Não há um meio de como eu posa usar essa lei contra ela? Não há como me defender dela? Preciso de ajuda.

Comentário ao texto "Lei Maria da Penha e Violência doméstica – Parte 1", copiado no A Vez das Mulheres

Você tem algum caso assim pra contar ou viu num jornal? Mande pra mim como um comentário (se você não quiser aparecer, eu copio e depois apago o comentário)

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